quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Tríade Uma tríade, na música, refere-se ao conjunto de 3 notas musicais que estruturam a formação de um acorde. À Harmonia musical baseada em tríades dá-se o nome de Trifonia, sendo também comum chamá-la de Harmonia Triádica ou Harmonia Trifônica.

Tríade.
Tríade é um acorde de 3 notas montado sobre uma escala, normalmente a diatônica, com a sobreposição de duas terças. Suas três notas constituintes são a fundamental, nota mais grave e que dá o nome ao acorde, a 3ª, também chamada nota modal, que determina o caráter do acorde (maior ou menor) e a 5ª.
Existem 4 tipos de tríades possíveis de serem montadas a partir das escalas diatônicas maior e menor. São elas:
Tríade maior: de 3ª maior sob um intervalo de 3ª menor, formando o intervalo de 5ª justa entre a primeira e a terceirum intervalo a nota da tríade. É encontrado nos graus I, IV e V da escala diatônica maior e nos graus V e VI da escala menor harmônica.

Tríade menor: um intervalo de 3ª menor sob um intervalo de 3ª maior, formando o intervalo de 5ª justa entre a primeira e a terceira nota da tríade. É encontrado nos graus II, III e VI da escala maior e nos graus I e IV da escala menor harmônica.

Tríade diminuta: um intervalo de 3ª menor sob outro intervalo de 3ª menor, formando o intervalo de 5ª diminuta entre a primeira e a terceira nota da tríade. É encontrado no grau VII da escala maior e nos II e VII graus da escala menor harmônica.

Tríade aumentada: um intervalo de 3ª maior sob outro intervalo de 3ª maior, formando o intervalo de 5ª aumentada entre a primeira e a terceira nota da tríade. É encontrado no grau III da escala menor harmônica.
Inversão dos Acordes:
  • Estado fundamental: a primeira nota formadora do acorde (fundamental) aparece como base do acorde.
  • Primeira inversão: a segunda nota formadora do acorde (3ª) aparece como base do acorde
  • Segunda inversão: a terceira nota formadora do acorde (5ª) aparece como base do acorde

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Solfejo, no conceito da música ocidental, é a arte de cantar os intervalos musicais, seguindo as respectivas alturas (frequências ou graus da escala) e ritmos anotados em uma partitura.
Em música, altura refere-se à forma como o ouvido humano percebe a frequência fundamental dos sons (i.e. o tom). As baixas frequências são percebidas como sons graves e as mais altas como sons agudos, ou os tons graves e os tons agudos. Tom é a altura de um som na escala geral dos sons.

Percepção da altura

Como em vários outros aspectos da música, o dó agudo das alturas é relativa. Isso significa que a maioria das pessoas percebe as alturas em relação a outras notas em uma melodia ou um acorde. Algumas pessoas têm a capacidade de perceber cada frequência de modo absoluto. Diz-se que estas pessoas têm ouvido absoluto. Isto, em si, já é prova bastante para a explicação científica que seres humanos são capazes de ouvir um mesmo som, diferentemente; ou seja, os nossos ouvidos não escutam sons da mesma maneira. O que uma pessoa percebe num som produzido, outra pessoa percebe diferentes detalhes (i.e. as qualidades harmônicas e inarmônicas do som) no mesmo som produzido---mesmo se as duas pessoas tiverem audição absoluta, ou relativa.
A mínima frequência que o ouvido humano pode perceber está em torno de 20 Hz e a máxima, por volta de 20.000 Hz. Normalmente se utiliza cerca de oito ou nove oitavas na composição musical padrão. Se tomarmos a afinação padrão adotada atualmente em que o da quarta oitava, (também chamado de lá de diapasão) tem 440 Hz, a zerésima oitava se inicia em uma frequência de aproximadamente 16,352 Hz (). As notas mais agudas normalmente usadas situam-se na escala 7 ou 8 e suas frequências não ultrapassam os 5.000 Hz. Frequências tão graves como as da zerésima escala ou tão agudas como as da oitava escala não são utilizadas normalmente na composição musical, pois sua execução correta por instrumentos musicais comuns é difícil e porque situam-se nas zonas em que a percepção sonora é menos sensível. Embora frequências muito baixas não possam ser ouvidas suas vibrações podem ser sentidas pelas cavidades do corpo. Alguns compositores de música eletroacústica se aproveitam deste fato e utilizam sintetizadores, computadores ou outros instrumentos eletrônicos para obter sons extremamente graves.
A percepção de alturas está intimamente ligada aos conceitos de melodia, harmonia e afinação. O som pode ser grave, médio e agudo.

Escalas musicais e intervalos

Embora a altura esteja intimamente relacionada com a frequência, é mais comum, em música, que se utilizem os nomes das notas. e os nomes das notas são definidos de acordo com sua disposição dentro de uma escala musical. Existem muitas escalas possíveis, desde a escala pentatônica chinesa até as escalas microtonais indianas (ragas). Na música ocidental costuma-se utilizar uma escala de sete notas, a escala diatônica que pode estar em modo maior ou menor. Na escala de dó maior, por exemplo, as notas, correspondentes às alturas são: , , mi, , sol, e si, após o que os nomes se repetem.
A distância entre duas alturas percebidas é chamada de intervalo. A distância entre a nota dó e a próxima nota dó é chamada de intervalo de oitava (por ser a oitava nota a partir do primeiro dó). A percepção dos intervalos pelo ouvido humano é logarítmica. Isso significa que uma progressão exponencial de frequências é percebida pelo ouvido como uma progressão linear de intervalos.
Vejamos um exemplo: a nota lá acima do dó central do piano (normalmente chamada A4) tem frequência de 440 Hz. A nota lá uma oitava abaixo (A3) tem exatamente a metade da frequência (220 Hz). A nota lá uma oitava acima (A5) tem o dobro da frequência da primeira (880 Hz). Embora a diferença de frequências entre A3 e A4 (220 Hz) seja a metade da diferença entre A4 e A5 (440 Hz), os intervalos são percebidos como sendo iguais.
Na música, a afinação corresponde ao processo de produzir um som equivalente a outro (embora provavelmente de timbre diferente), por comparação. É, assim, classificado qualitativamente como bom ou mau (boa afinação/má afinação).
A comparação pode ser entre uníssonos ou com intervalos vários.
Próxima à afinação entre uníssonos está a utilização de um intervalo de oitava (por ser a mesma nota, embora numa escala diferente).
Um facto curioso que pode ocorrer durante a afinação (dependendo do instrumento), é a ressonância. Por exemplo, é frequente, durante a afinação de uma guitarra, uma corda reagir ao som de outra corda, sinal de que a afinação está bem feita.
A afinação pode processar-se de diversas maneiras:
Afinação e temperamento não são a mesma coisa. A afinação envolve o ajuste, por uníssonos ou intervalos naturais (que podem ser expressos por fracções de inteiros), da altura das notas de um instrumento às de um outro ou, por exemplo, de uma corda de guitarra a uma outra. Se o intervalo não estiver afinado naturalmente, ouve-se um batimento produzido pelos harmónicos desafinados (uma vibração ondulante tipo «uáuáuáuá»); se estiver afinado, não se ouve esse batimento. O temperamento envolve o ajuste da altura de notas afastando os intervalos do seu valor natural «harmónico» para fazer com que os intervalos caibam numa oitava. Os intervalos resultantes geram batimentos e são intervalos que só podem ser expressos por números irracionais.
Altura ou afinação de padrão
Hoje em dia afinadores e diapasões se referem ao tom A3, que é o terceiro do teclado comum, e definem-no com 440 Hz, que são 440 vibrações por segundo. Antigamente a altura variou muito de região em região, e existem instrumentos históricos como órgãos nas igrejas antigas, que até hoje não se adaptaram a essa definição. Por isso tem músicas que no original são anotados em um tom, mas hoje são executadas diferente, se se sabe, que a afinação original diferiu muito da de hoje. Também hoje não é assim, que se toca em todos os lugares com 440 Hz. As orquestras tocam normalmente mais agudo, entre 442 e 446 Hz. Um grupo de flautas doces de plástico, sem acompanhamento de outros instrumentos, toca normalmente com todas as flautas totalmente encaixadas, e assim ficam também por volta de 443 Hz. Para se adaptar a um teclado têm que puxar uma flauta já mais ou menos um milímetro para fora. Instrumentos variam também dependendo da temperatura do ambiente. Se fica mais frio, flautas, órgãos e outros instrumentos, que trabalham com ar, viram bastante mais graves, já que o ar se encolhe e o instrumento vira grande demais em relação ao ar. Em contramão as cordas se encolhem no frio e instrumentos como violinos e outras cordas viram assim um pouco mais agudos.
O primeiro contrato para definir uma afinação para todos os países aconteceu em Paris em 1788, que definiu o A3 com 409 Hz. Em 1858 o a Academia francesa aferiu o tom com 435 Hz, o que virou lei na França pelo governo de Napoleão III e depois em outros países avizinhados.[1] [2] [3] [4]
Em 1939 a International Federation of the National Standardizing Associations em Londres definiu o A3 com 440 Hz, outros países seguiam. É uma norma e não uma lei, cada músico ou cada grupo tem a liberdade de escolher uma outra afinação.
Tendo um tom definido, os outros se afinam ou em passos iguais ou desiguais. Na afinação temperada ou temperamento igual a escala se divide em passos iguais, na Europa e na América e na maioria dos outros países normalmente 12 meio-tons iguais, mas existem vários outros métodos que deixam os passos não exatamente iguais como o Temperamento mesotônico ou "Werckmeister 3", entre outros.

Diapasão é um instrumento metálico em forma de forquilha, que serve para afinar instrumentos e vozes através da vibração de um som musical de determinada altura. Foi inventado por John Shore (16621752) em 1711, trompetista de Georg Friedrich Haendel. A forquilha é afinada em uma determinada frequência (atualmente o mais comum é o de 440 Hz). Ao ser golpeado contra uma superfície, as duas extremidades da forquilha do diapasão vibram produzindo a nota que será utilizada para afinar o instrumento musical. Em geral, é necessário encostar a outra extremidade do diapasão na caixa de ressonância do instrumento para amplificar seu som e permitir que seja ouvido à distância. O mesmo efeito pode ser conseguido se a extremidade do diapasão for encostada na caixa craniana próximo à orelha. Com as mesmas finalidades, existe também o diapasão de sopro, normalmente utilizado para afinar guitarras e outros instrumentos de cordas. Esses diapasões são como pequenas gaitas, que têm uma palheta afinada para a altura de cada corda do instrumento a afinar. Essas pequenas gaitas, são conhecidos por Lamiré (Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa), forma aglutinada das notas "Lá", "Mi" e "Ré". Daí a expressão "dar um lamiré". [1] [2] [3]


Diapasão - Característica de um som determinada pela frequência de vibração das ondas sonoras. Os sons agudos têm frequências mais altas do que os sons graves. Quando um violinista afina seu instrumento, ajusta cada corda de maneira que vibrem um certo número de vezes por segundo. Na realidade, a maioria dos sons que ouvimos é uma mistura de várias frequências. Os sons produzidos por um instrumento musical, um apito ou uma sirene têm várias frequências ao mesmo tempo. A frequência mais baixa, chamada fundamental, é considerada a frequência da nota musical. A fundamental é produzida pela vibração do objeto de acordo com o comprimento, massa ou outras características físicas. As frequências mais altas, chamadas harmónicas, são produzidas por vibrações secundárias desse corpo. As frequências harmônicas são múltiplos inteiros da frequência fundamental.
 

https://www.youtube.com/watch?v=3R8xDvhJk54

domingo, 7 de dezembro de 2014




Momentos inesquecíveis da Oficina de Violão , um grande agradecimento aos alunos por valorizarem o ensino e por cultivarem a semente da música em  suas vidas .


Os jovens são a razão para a continuidade do projeto Oficina de Violão , pois são eles que irão levar os conhecimentos adquiridos para outras plateias , revitalizando a Arte e a Cultura na localidade. 



Em 2015 a Oficina de Violão participara do
1° Circuito Cultural da Ilha do Governador .